Cuidados constantes nas parcelas às vindimas, vinificações e montagens concebidas com inteligência e sensibilidade… Produzir Cru classificado é uma arte permanente para manter a excelência, safra após safra.
Uma excelência reconhecida há séculos
Estes crus foram identificados a muito tempo por profissionais e amadores. Por exemplo, a partir de 1609 para o Chateau Haut Brion e 1703 para o Chateau Margaux, Lafite et Latour. Também foram definidos progressivamente em 4 regiões Bordelais: O Médoc, Graves, Saint-Emilion e a região de Sauternes-Barsac.
Por quê várias classificações?
Não existe nenhuma classificação global dos AOC de Bordeaux, tampouco alguma classificação geral de todos os crus. Seria sem sentido. Pode-se, com efeito, comparar um vinho tinto com um branco licoroso, um Saint-Estèphe, à dominante de Cabernet-Sauvignon, com um Saint-Emilion, quem privilegia o Merlot? As classificações realizadas referem-se, por conseguinte, à uma região homogênea ou mesmo uma mesma denominação.
Qual é a sua função?
As classificações são governadas por textos oficiais. Pela sua hierarquização constituem um valor de referência aceite pelo mercado, quando das transações e pelos consumidores, quando da compra. Cada safra difere de chateau a chateau, o valor Crus Classificados evolui cada ano. Dá lugar a uma comparação nomeadamente quando da venda primeur. Alimenta os debates na profissão e em certos amadores. Às vezes, a classificação é objeto de uma revisão. É o que ocorre a cada 10 anos em Saint-Emilion. |